Belém, sabado - 16 de fevereiro de 2019          
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Análise de vínculo genético com pessoas falecidas.
Através do Estudo do DNA de parentes em 1º grau, podemos estabelecer vínculo genético com indivíduos requerentes de filiação. Esta perícia é comum em Ações de petição de herança cumulada com investigação de paternidade.

Através do Estudo do DNA de parentes em 1º grau, podemos estabelecer vínculo genético com indivíduos requerentes de filiação. Esta perícia é comum em Ações de petição de herança cumulada com investigação de paternidade.

Nestes casos, a análise é sempre indireta, pois analisamos parentes para se estabelecer as possíveis informações genéticas do falecido (ou desaparecido).

O sucesso do estudo depende da veracidade da premissa, que é estabelecer o correto grau de parentesco das pessoas que vão oferecer material biológico da onde se vai inferir o genótipo do falecido.

Vale lembrar que para cada característica genética, possuimos duas informações. Uma delas herdamos de nosso pai e a outra de nossa mãe. É porisso que irmãos e filhos de uma determinada pessoa compartilham 50% de suas informações genéticas (DNA).

Analisando as características de dois ou três irmãos ou de dois ou três filhos biológicos, podemos inferir as possíveis informações genéticas do falecido. Isto faz com que, ao final da análise, podemos estar oferecendo cáculos estatísticos de probabilidade do parentesco em dúvida.
Os filhos requerentes, quando for ocaso, devem realizar o exame na presença de sua genitora (mãe). A ausência pode comprometer o sucesso e sua presença acrescenta em muito os cálculos estatísticos. Da mesma forma, quando formos analisar filhos biológicos (aqueles já reconhecidos, ou registrados), sugerimos a presença de sua genitora.

Uma outra ferramenta inovadora para estas análises é o estudo do cromossomo Y. Nos casos onde o requerente é do sexo masculino, bem como os parentes em primeiro grau do falecido (irmãos ou filhos homens), podemos adotar este sistema, pois as características do "Y" são as mesmas em todos os homens de uma mesma família.

Os cálulos de custo deste exame são específicos e portanto sugerimos uma consulta, onde teremos a oportunidade de estudar, na família, as melhores pessoas para se fazer o exame. Além da genotipagem de cada parente, o requisitante deverá pagar pelos cálculos estatísticos que são muito complexos.

Vejam na tabela um parâmetro e os prazos para se realizar a perícia 
Prevenção a doenças cardíacas
Estudos mostraram que o aumento da homocisteína no sangue pode causar doenças cardiovasculares isquêmicas. Esses níveis elevados costumam ser causados por anormalidades genéticas das enzimas no metabolismo das pessoas.


HBV- DNA Carga Viral (Quantitativo)
Quantifica o número de cópias virais na circulação sanguínea


HBV- Resistência ao Antivirais
Tem como objetivo detectar a presença de mutações específicas nos domínios B e C da DNA polimerase viral


HBV – DNA Detecção (Qualitativo)
Trata-se de um exame qualitativo que também é conhecido por PCR para DNA do vírus da hepatite B (VHB)


HIV- Carga Viral (Quantitativo)
Quantifica o número de partículas virais no sangue periférico, que define a carga viral


Identificação precoce da doença do rom policístico autossômico dominante tipo adulto
Isolamento do DNA genômico de linfócitos, seguido de amplificação do PCR de marcadores polimórficos para o gene PKD1 e de análise em seqüenciador automático de DNA.


Seqüenciamento de DNA
Os produtos do sequenciamento são purificados e submetidos a eletroforese em um ABI Prism® 377 DNA Sequencer. Os eletroferogramas resultantes são analisados e enviados para o cliente.


HCV- RNA Carga Viral (Quantitativo)
Quantifica o números de cópias virais na circulação sanguínea pela técnica RT - PCR Competitiva


HCV- Resistência ao Interferon
Amplificação da região NS5A do genoma viral pela técnica de PCR e sequenciamento para determinação do número de mutações


HIV – Detecção (Qualitativo)
Tem como objetivo detectar o ácido nucléico do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) circulante


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